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Festival de DiЯeitos

Por um Direito Achado na Beira do Rio Por um Direito Achado na Beira do Rio Por um Direito Achado na Beira do Rio

Sobre o Evento

Histórico

Festival de Direitos

Por um Direito Achado na Beira do Rio

O Festival de Direitos nasceu em 2008 da iniciativa de um grupo estudantes do campus de Santarém – Pará, da então Universidade Federal do Pará (UFPA) - junto com a coordenação do Professor Doutor Luiz Otávio Pereira. Desde 2010 tem sido organizado pelo Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular Cabano (NAJUP Cabano), gerido essencialmente por estudantes da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e também por egressos da UFPA/UFOPA. O evento já é um espaço consolidado dentro da universidade e traz a sociedade civil e os movimentos sociais para debater criticamente alguns dos assuntos mais importantes da atualidade.

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Documentários exibidos durante o VII Festival de Direitos

Durante o VII Festival de Direitos foram passados 5 documentários que listo a seguir para quem tiver interesse.

1 - O Grão Que Cresceu Demais



Produção: FASE / PA - Apoio CEPEPO e Fundação Heinrich Boll.

Duração: 40 min.



A FASE-Amazônia possui há muitos anos uma tradição de trabalho educativo junto aos trabalhadores e trabalhadoras rurais, do Município de Santarém, Estado do Pará, na Amazônia Brasileira. A sensibilidade criada por esta tradição, fez a Fase se sentir extremamente preocupada com o futuro de inúmeras famílias quando, ao fim da década passada, se detectou os primeiros sinais da invasão, em grande escala, da monocultura da soja no bioma Amazônia ameaçando a sobrevivência dos seus ecossistemas e, consequentemente, o presente e o futuro de seus povos, repetindo algo historicamente marcado pela exploração, de fora para dentro, da região.


2 - A Educação Proibida




Ano produção 2012

Dirigido por German Doin Verónica Guzzo

Duração 120 minutos

Classificação L - Livre para todos os públicos

Países de Origem: Argentina

A escola tem mais de 200 anos de existência e é considerada a principal forma de acesso à educação. Hoje em dia, a escola e a educação são conceitos amplamente discutidos em foros acadêmicos, políticas públicas, instituições educativas, meios de comunicação e espaços da sociedade civil. Desde sua origem, a instituição escolar tem estado caracterizada por estruturas e práticas que hoje são consideradas obsoletas e anacrônicas. Dizemos que não acompanham as necessidades do século XXI. Sua principal falência se encontra em um projeto que não considera a natureza da aprendizagem, a liberdade de compreender a importância do amor e dos vínculos humanos no desenvolvimento individual e coletivo.


A partir destas reflexões críticas surgem, ao largo dos anos, propostas e práticas que pensaram e que pensam a educação de uma forma diferente. "La Educación Prohibida" é um documentário que propõe recuperar muitas delas, explorar suas ideias e visibilizar experiências que se atrevem a trocar as estruturas do modelo educacional da escola tradicional. Mais de 90 entrevistas a educadores, acadêmicos, profissionais, autores, pais e mães envolvendo 8 países de Iberoamérica, passando por 45 experiências educativas não convencionais; mais de 25.000 seguidores nas redes sociais antes de sua estréia e um total de 704 coprodutores que participaram em seu financiamento, convertendo a La Educación Prohibida em um fenônemo único. Um projeto totalmente independente de uma magnitude inédita que dá conta da necessidade latente do crescimento e surgimento de novas formas de educação.


3 - Dívida Pública brasileira: a soberania na corda bamba.



O assunto dívida pública é censurado pela mídia mercantilista porque esta se alimenta do abjeto poder financeiro, constituído por abutres insaciáveis que devoram impiedosamente massas humanas em todo o mundo, gerando desemprego, fome e miséria. A abordagem desse assunto pelos órgãos de comunicação é parcial, distorcida e enganosa. 


A Comunicação, sem qualquer escrúpulo com o seu fundamental papel para capacitar a população na tomada de decisões em benefício de todos, denomina a auditoria como calote, aceita e reforça o conceito de dívida líquida, subtraindo do valor real, bruto da nossa dívida, as reservas internacionais, que são aplicações do Brasil no exterior, a juros perto de zero.

Enquanto isso, pagamos juros acima da taxa SELIC, os maiores do mundo. É como subtrair de uma dívida com juros altíssimos o dinheiro parado dentro de um colchão.

A dívida total brasileira no ano de 2013 chegou ao valor aproximado de R$ 4 trilhões; o pagamento de juros e amortizações alcançou R$ 718 bilhões, o que corresponde a aproximadamente R$ 2 bilhões por dia; esse desembolso anual representa 40% do orçamento da nação.


Este filme contribuirá muito para ajudar na conscientização do povo brasileiro, única forma de libertar o nosso país dessa submissão ilegal, injusta e odiosa.


Direção, roteiro, câmera e entrevistas: Carlos Pronzato

Direção de Produção: Cristiane Paolinelli

Edição: Henrique Marques

Assistência de Direção/Pesquisa de imagens: Luiza Diniz

Ideia e argumento: Gisele Rodrigues

Assistência de produção/RJ: José Bernardes e Helena Reis

Assistência de produção/DF: Rodrigo Ávila
Assessoria de comunicação: Richardson Pontone
Produção: Instituto Rede Democrática/RJ, Núcleo RJ da Auditoria Cidadã da Dívida Publica e Sindipetro/RJ
Realização: La Mestiza Audiovisual
www.lamestizaaudiovisual.blogspot.com


4 - Mataram Irmã Dorothy



Diretor: Daniel Junge

Duração: 94 min.

Ano: 2008

País: EUA


SINOPSE: Em fevereiro de 2005, a irmã Dorothy Stang, de 73 anos, foi brutalmente assassinada. Ativista na defesa do meio ambiente e das comunidades carentes exploradas por madeireiros e donos de terra na Amazônia, a freira americana foi morta com seis tiros no interior do Pará. O documentário revela os bastidores do julgamento dos assassinos de Dorothy e investiga as razões de sua morte.


5 - Privatizações: a distopia do capital (2014), de Silvio Tendler



O novo filme de Silvio Tendler ilumina e esclarece a lógica da política em tempos marcados pelo crescente desmonte do Estado brasileiro. A visão do Estado mínimo; a venda de ativos públicos ao setor privado; o ônus decorrente das políticas de desestatização traduzidos em fatos e imagens que emocionam e se constituem em uma verdadeira aula sobre a história recente do Brasil. Assim é Privatizações: a Distopia do Capital. Realização do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), com o apoio da CUT Nacional, o filme traz a assinatura da produtora Caliban e a força da filmografia de um dos mais respeitados nomes do cinema brasileiro.


Em 56 minutos de projeção, intelectuais, políticos, técnicos e educadores traçam, desde a era Vargas, o percurso de sentimentos e momentos dramáticos da vida nacional. A perspectiva da produtora e dos realizadores é promover o debate em todas as regiões do país como forma de avançar “na construção da consciência política e denunciar as verdades que se escondem por trás dos discursos hegemônicos”, afirma Silvio Tendler.


Vale registrar, ainda, o fato dos patrocinadores deste trabalho, fruto de ampla pesquisa, serem as entidades de classe dos engenheiros. Movido pelo permanente combate à perda da soberania em espaços estratégicos da economia, o movimento sindical tem a clareza de que “o processo de privatizações da década de 90 é a negação das premissas do projeto de desenvolvimento que sempre defendemos”.


► Ouça entrevista completa com Silvio Tendler: http://bit.ly/1swKvgW

► Conheça o canal Caliban Cinema e Conteúdo: http://bit.ly/1oeINSR
Festival de Direitos
UFOPA
Santarém, Brasil

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